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	<title>EQPlan</title>
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	<description>Construindo Sonhos</description>
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		<title>A FACHADA DO SEU PRÉDIO ESTÁ EM RISCO: O TESTE DE PERCUSSÃO É ESSENCIAL.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 21:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manutenção Predial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já se perguntou se a fachada do seu prédio está realmente segura? Problemas silenciosos, como descolamento de revestimentos, podem ser um perigo invisível para todos que passam por perto. Descubra a importância do teste de percussão, um exame que garante a integridade da fachada, previne acidentes graves e ainda valoriza seu patrimônio. Não espere um problema acontecer para agir. Leia o artigo completo e entenda por que a segurança começa de cima para baixo.</p>
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		<title>Desvendando o COSCIP: Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio (PPCI)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jul 2025 23:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combate a Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[combate a incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos de incêndio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Construir ou reformar no Rio de Janeiro e não pensar na segurança contra incêndio é um risco enorme! Para qualquer edificação, desde uma pequena loja até um grande condomínio, é preciso ter o Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio (PPCI) aprovado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ). Mas o que é esse projeto e como ele funciona?<br />
Neste terceiro texto da nossa série, vamos detalhar o processo de elaboração e aprovação do PPCI. Entenda por que ele é o ponto de partida para a regularização do seu imóvel, quais são os documentos necessários, quem pode elaborar esse projeto e os principais desafios que você pode encontrar no caminho. Descomplique o PPCI e dê o primeiro passo para ter seu imóvel em conformidade com as normas de segurança!</p>
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		<title>Desvendando a COSCIP: Os Pilares da Proteção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 01:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combate a Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[combate a incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[COSCIP]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[PPCI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já reparou em uma placa de saída de emergência em um prédio ou em um extintor de incêndio no corredor? Essas são apenas algumas das medidas de segurança que o COSCIP torna obrigatórias. Mas vai muito além disso!<br />
O Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico é um conjunto robusto de exigências que, quando aplicadas corretamente, formam uma barreira de proteção eficaz contra sinistros.</p>
<p>Neste post, vamos mergulhar nas principais medidas de segurança que o COSCIP regulamenta. Desde sistemas de alarme e detecção de fumaça até a importância de rotas de fuga bem planejadas e a capacitação de brigadas de incêndio, vamos explicar de forma clara o que cada uma significa e por que são tão importantes para a segurança de quem ocupa qualquer edificação no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Desvendando a COSCIP: BOMBEIROS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 23:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combate a Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[combate a incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção de Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos de incêndio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando pensamos no Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), a imagem que nos vem à mente é frequentemente a de bravos heróis combatendo chamas em um prédio em chamas ou resgatando vítimas em situações extremas. Essa é uma parte fundamental e inegavelmente corajosa do trabalho deles. No entanto, há uma faceta igualmente crucial, mas muitas vezes silenciosa, da atuação dos bombeiros que impacta diretamente a sua segurança diária: a prevenção de incêndios e pânico. E é nesse cenário que o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSCIP) entra em cena, atuando como o verdadeiro guardião invisível das nossas vidas e patrimônios.</p>
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		<title>Manutenção de Barriletes de Água em Prédios Residenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 15:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manutenção Predial]]></category>
		<category><![CDATA[Barriletes]]></category>
		<category><![CDATA[Hidráulica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em nossa atividade de manutenção predial somos frequentemente solicitados para realizar orçamentos de manutenção hidráulica. Nossa cidade tem prédios antigos, construídos há mais de 50 anos, nos quais as instalações estão atingindo seu ponto de obsolescência, principalmente porque foram utilizados materiais que eram adequados para a época da construção, mas incompatíveis com a realidade atual, onde se busca eficiência do sistema aliada a um baixo custo de manutenção.</p>
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		<title>Fixação de Pedras de Granito em Fachadas: Um Guia Completo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jun 2025 23:38:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Reformas]]></category>
		<category><![CDATA[Fachada]]></category>
		<category><![CDATA[Pedras de granito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fixação de pedras de granito em fachadas é uma técnica que confere um aspecto elegante e sofisticado aos edifícios, além de oferecer alta durabilidade e resistência. No entanto, para garantir um resultado impecável e duradouro, é fundamental seguir os procedimentos corretos e utilizar materiais de alta qualidade. Por que escolher o granito para fachadas? Métodos de fixação: A Escolha Certa para Cada Projeto Existem diversos métodos para fixar pedras de granito em fachadas, cada um com suas vantagens, desvantagens e aplicações específicas. A escolha do método adequado é crucial para a segurança e a longevidade do revestimento. Etapas da fixação: A execução da fixação de granito em fachadas deve seguir um rigoroso roteiro de etapas para garantir a qualidade e a segurança do projeto Cuidados importantes: Garantindo a Longevidade Além dos métodos e etapas, alguns cuidados são cruciais para assegurar a durabilidade e a segurança da fachada revestida com granito. Vantagens da fixação de granito em fachadas: Um Investimento Sólido O investimento em uma fachada de granito oferece uma série de benefícios que justificam a escolha desse material nobre. Em resumo, a fixação de pedras de granito em fachadas é uma excelente opção para quem busca um revestimento elegante, durável e de alta qualidade. Ao seguir os procedimentos corretos, escolher os métodos adequados e, fundamentalmente, contratar um profissional especializado, você garante um resultado impecável e um investimento a longo prazo que valoriza seu patrimônio. Se você tem alguma dúvida sobre qual tipo de granito ou método de fixação seria o mais adequado para o seu projeto, não hesite em nos procurar. A Eqplan está à disposição para auxiliar você em cada etapa, desde a escolha do material ideal até a execução impecável da fixação. Entre em contato conosco para uma consulta personalizada e transforme sua fachada em um símbolo de elegância e durabilidade! Sua fachada dos sonhos está mais perto do que você imagina. Ligue para a Eqplan e solicite um orçamento sem compromisso. É rápido, fácil e o primeiro passo para a perfeição! Ligue agoraWhatsApp</p>
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		<item>
		<title>A Importância da Proteção Contra Incêndio em Estabelecimentos Comerciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2024 02:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combate a Incêndio]]></category>
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		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segurança contra incêndio em estabelecimentos comerciais é um tema de extrema relevância, tanto para a preservação do patrimônio quanto para a proteção da vida de colaboradores e clientes. Um incêndio pode causar danos irreparáveis a um negócio, resultando em perdas financeiras significativas, interrupção das atividades e, em casos mais graves, tragédias, como a Boate Kiss em Santa Maria. Por que a proteção contra incêndio é tão importante? Quais as principais medidas de proteção contra incêndio? O que a Legislação diz sobre o assunto: A tragédia de Santa maria foi um divisor de águas no enfoque da legislação, com relação à prevenção de incêndio em locais de aglomeração de pessoas. Foi criada a Lei 13.425 de 30/03/2017 conhecida como Lei Kiss, que estabelece diretrizes gerais para garantir a segurança das pessoas em ambientes de aglomeração de público, considerando questões como lotação, saídas de emergência e carga de incêndio do local. Esta Lei é de abrangência nacional assim como foi o impacto em todo o país, das imagens aterrorizantes dos jovens retirados em agonia de dentro da boate. A Lei também definiu responsabilidades da sociedade civil, órgãos de fiscalização, Corpo de Bombeiros e principalmente dos responsáveis pelos estabelecimentos. O fato é que nosso país é pródigo em criar leis, mas o cumprimento, geralmente, é relegado porque sempre há a possibilidade da não imputação da responsabilidade devido à falta de consenso jurídico do termo “dolo eventual”. De resto, além do sentimento de incompetência que ficou como legado por nossa incapacidade de garantir a segurança de jovens estudantes em momento de lazer, o fato é que esse evento mudou muita coisa no comportamento das pessoas com relação ao assunto prevenção contra incêndios, e certamente, deve estar na memória de donos e proprietários de estabelecimento comerciais que recebem pessoas, porque certamente, não vale a pena correr esse risco. Conclusão Investir em segurança contra incêndio é um investimento em tranquilidade e proteção. Ao adotar as medidas adequadas, é possível reduzir significativamente o risco de ocorrência de um incêndio e garantir a segurança de todos que frequentam o estabelecimento.</p>
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		<title>A IMPORTÂNCIA DO HIDRANTE DE RECALQUE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 01:05:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combate a Incêndio]]></category>
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		<category><![CDATA[Hidrante de recalque]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos de incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de combate a incêndio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A importância do Hidrante de Recalque</p>
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		<title>Legislação Brasileira sobre Segurança Contra Incêndio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2024 21:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combate a Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Contra Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção de Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Contra Incêndio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que diz a Legislação Brasileira sobre Segurança Contra Incêndio</p>
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		<title>Licenciamento no Corpo de Bombeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Nov 2024 00:01:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combate a Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[combate a incêndio]]></category>
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		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos de incêndio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como realizar o licenciamento no corpo de bombeiros do RJ</p>
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		<title>A Autovistoria como aliada para evitar possíveis tragédias.</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 00:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[auto vistoria]]></category>
		<category><![CDATA[autovistoria]]></category>
		<category><![CDATA[predial]]></category>
		<category><![CDATA[vistoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temos vistos inúmeras tragédias ocorridas no Brasil, que poderiam ter sido evitadas, se a autovistoria retratasse fielmente as condições das edificações. Sacadas de prédio desabam em Balneário Camboriú &#8211; SC Em (12/01/2023), a mídia repercutiu um acidente de alto potencial ocorrido em Camboriú/SC, onde 5 marquises desabaram seguindo um efeito cascata em um prédio residencial. Apesar do alto potencial de danos, felizmente não houve feridos e os prejuízos são somente perdas materiais, o que já é muito.Segundo laudo preliminar da Defesa Civil local, a origem do desabamento foi na última marquise, que por apresentar fissuras e infiltrações, ruiu e com a queda, provocou a queda das sacadas abaixo. O que diz o Laudo? Ainda segundo a reportagem, o laudo de vistoria que naquela cidade é exigido a cada 3 anos, de acordo com a Lei Municipal nº 2805 de 12/03/2008, demonstrou não haver qualquer tipo de avaria nas marquises. Com base nessas informações, seria leviano acusar o profissional que fez o laudo de vistoria de não ter apontado o problema. Até porque a falha também pode ter se originado em vícios de construção, por exemplo com armadura insuficiente ou inadequada daquela estrutura, ou ainda, concreto mal dosado e com pouca resistência que deram causa a ruptura do elemento estrutural, mas certamente uma pesquisa mais aprofundada vai definir a real causa do ocorrido. De qualquer forma, essa ocorrência serve de alerta para profissionais que elaboram Laudos de Auto Vitoria “pró-forma”, com o objetivo único de cumprir a legislação e é claro com a conivência de síndicos e administradores que aceitam esse tipo de vistoria, apenas para se livrar de uma possibilidade de multa por parte do órgão fiscalizador. Leis e normas como base para a autovistoria Além das Leis que determinam o que deve ser avaliado, as documentações necessárias e o prazo de cada vistoria de acordo com o tipo de edificação, há normas especificas que tratam de como elaborar o parecer técnico, como a NBR 13.752/76 &#8211; Perícias de engenharia na construção civil ou as regras para realizar a inspeção como a NBR 16747/2020 – INSPEÇÃO PREDIAL: Diretrizes, Conceitos, Terminologias e Procedimentos, ambas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. A autovistoria é uma iniciativa muito válida, quando levada a serio por parte dos profissionais e dos demandantes desse tipo de serviço, visto que ajuda a prevenir edificações contra esse tipo de incidente que põe em risco a vida dos moradores e de terceiros transeuntes pelas vias no entorno da edificação Resta aguardar o laudo do desabamento que será elaborado pela Defesa Civil e utilizar o ocorrido como mais um exemplo, para que profissionais sejam mais criteriosos em sua avaliação e ajam com real profissionalismo e também por parte dos administradores de prédios que insistem em colecionar laudos que não agregam valor algum à segurança da edificação. Prevenir sempre é a melhor atitude a ser tomada, então manter a manutenção preventiva e preditiva em dia é sempre a melhor opção. Chame a Eqplan que podemos fazer um orçamento sem compromisso! Gostou do nosso post? Precisando fazer a autovistoria? Ou uma manutenção? É só ligar. Ligue agoraWhatsApp</p>
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		<item>
		<title>Quanto custa construir uma casa no RJ?</title>
		<link>https://www.eqplan.com.br/quanto-custa-construir-uma-casa-no-rj/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 14:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quanto custaria a construção de uma casa de 100m² em Jan/2023 no Rio de Janeiro? Construir sua própria casa é uma decisão importante na vida de qualquer família, por se tratar de um investimento alto e que pode ser único na vida da família, o que significa que gastar tempo no planejamento para evitar problemas e aborrecimentos uma decisão sábia. Portanto, para construir é importante conhecer as etapas da obra e o custo relativo de cada uma delas, para que seja feito um orçamento realista evitando começar a obra e ter que parar antes de concluir, causando prejuízo para todos. As etapas de construção de uma obra, podem variar bastante, dependendo do tipo de construção, mas há uma sequência básica que aplicaremos neste exemplo, a título de definição de valores para a construção. Serão consideradas 15 etapas, começando com os serviços preliminares até a limpeza final da obra. Como o CUB (Custo Unitário Básico) não considera o item “projeto” na sua composição vamos desconsiderar esse item também. Para cada um deles faremos uma breve discussão sobre o que de fato e importante, para que as coisas funcionem conforme planejado. Custo percentual de cada etapa da construção. Na tabela abaixo, definimos essas etapas, a variação percentual de cada uma considerando o custo final da obra, o índice que costumamos utilizar em nossos projetos e a precificação de cada item considerando uma construção de 100m2 se área útil, tendo como base os preços do CUB (Custo Unitário Básico) /RJ atualizado e o custo de cada etapa, usando como referência o percentual de 40% para mão de obra e 60% para material de aplicação. CUB RJ de Dezembro/2022: Padrão Normal de construção para residência: R$2.592,87/m2 Quadro de etapas da construção CUSTOS ESTIMATIVOS DE CONSTRUÇÃO A PARTIR DO CUB EM RJ-DEZEMBRO/2022 CUB RJ Dezembro/2022 2.529,87 por m² MDO &#8211; Mão de Obra Aprox. 40% ÁREA TOTAL CONSTRUÍDA 100m² MAT &#8211; Material Aprox. 60% CUSTOS estimado das etapas da construção ETAPA DA OBRA VARIAÇÃO (%) VALOR MÉDIO(%) VALORDA ETAPA MDO MAT. Serviços preliminares 1 a 3 2% R$5.059,74 R$2.023,90 R$3.035,84 Fundações 5 a 11 10% R$25.298,70 R$10.119,48 R$15.179,22 Estrutura 12 a 18 18% R$45.537,66 R$18.215,06 R$27.322,60 Parede e Reboco 6 a 10 9% R$25.298,70 R$10.119,48 R$15.179,22 Telhado 6 a 12 9% R$22.768,83 R$9.107,53 R$13.661,30 Forro 2 a 4 3% R$7.589,61 R$3.035,84 R$4.553,77 Inst. Elétrica 3 a 7 5% R$12.649,35 R$5.059,74 R$7.589,61 Inst. Hidrossanitária 2 a 6 4% R$10.119,48 R$4.047,79 R$6.071,69 Inst. Complementares 2 a 4 3% R$7.589,61 R$3.035,84 R$4.553,77 Revestimento de Parede 5 a 7 6% R$15.179,22 R$6.071,69 R$9.107,53 Revestimento de piso 4 a 8 6% R$15.179,22 R$6.071,69 R$9.107,53 Porta, Janelas e Vidros 5 a 9 7% R$17.709,09 R$7.083,64 R$10.625,45 Pintura 4 a 6 5% R$12.649,35 R$5.059,74 R$7.589,61 Bancadas, louças e metais 5 a 11 8% R$20.238,96 R$8.095,58 R$12.143,38 Serviços Complementares 1 a 3 2% R$5.059,74 R$2.023,90 R$3.035,84 Limpeza Final 1 a 3 2% R$5.059,74 R$2.023,90 R$3.035,84 Totais 100% R$252.987,00 R$101.194,80 R$151.792,20 Nota: os valores aqui descritos são com base nos materiais de mercado para uma construção de padrão normal. Esses valores podem variar para + ou &#8211; de acordo com o tipo de material aplicado na obra, principalmente, no que diz respeito a material de acabamento. Esta sequência pode mudar conforme a construção, mas representa o que normalmente é feito atualmente. O item estrutura, inclui as colunas, vigas e a laje. Apesar de não fazer parte do CUB, a elaboração dos projetos é de extrema importância para garantia de prazos e orçamento e dedicar o tempo necessário no planejamento da obra, é fundamental para o sucesso do empreendimento. Portanto, vamos falar um pouco sobre esse assunto Etapas da Construção 1) Projetos e planejamento É a etapa mais importante de qualquer construção, porque se não for feita com cuidado compromete todo o resultado final. É comum as pessoas optarem por construir sem projeto, ou então delegarem essa função para o pedreiro que vai executar a obra, com riscos de ter uma obra mal executada e com custo excessivo. É interessante que além do projeto arquitetônico se elabore também os projetos complementares que são o projeto executivo, que é a arquitetura com detalhamentos de execução, o projeto hidrossanitário, o projeto elétrico e os projetos especiais como por exemplo, telefonia, automação, rebaixamento de gesso, luminotécnico etc. Com o projeto executivo é possível elaborar um orçamento detalhado, a partir dos quantitativos e especificações dos materiais que serão aplicados na obra conforme opção do cliente. Outra peça importante na fase de planejamento é a elaboração de um cronograma de obras, para que seja possível acompanhar o avanço da obra e compatibilizar o progresso da construção com o orçamento. Cronograma Físico-Financeiro Nota: Este cronograma é somente para ilustração. 2) Serviços Preliminares Obra Maricá. Barracão de obra e preparação do terreno. Corresponde às etapas iniciais antes de iniciar a obra, como serviços de limpeza do terreno, movimentação de terra, construção do barraco de obra e instalações sanitárias para os funcionários.  Vale a pena ter um canteiro de obas bem planejado porque isso facilita a logística de recebimento de materiais, preparação de concreto e argamassa, a organização e a limpeza da obra. 3) Fundações Obra Maricá. Fundação Obra Maricá. Baldrame São os elementos que sustentam a edificação e transmitem a carga para o solo. Devem ser dimensionadas por profissional qualificado e a opção do tipo de fundação que será utilizada, vai depender do tipo de solo da região. 4) Estruturas Obra Maricá. Vigas e Pilares Obra Maricá. Montagem da laje Obra Maricá. Concretagem da laje São os elementos estruturais que ficam acima do solo e são responsáveis por dar rigidez à construção. O padrão em nosso país e no RJ é a construção de pilares e vigas em concreto armado, mas há diversas opções que vão desde o bloco estrutural até a construção utilizando perfis de aço laminados a frio, que são conhecidos por Light Steel Frame. No nosso exemplo esse item também inclui a laje, que para as construções residenciais, normalmente é feita com treliças pré-moldadas de concreto e preenchimento de</p>
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		<title>Construção a seco &#8211; Drywall</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 20:25:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[construção a seco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Construção a seco com Drywall Em nosso país uma variante da construção a seco que está se desenvolvendo é o Drywall ou gesso acartonado como é conhecido. O drywall segue o mesmo princípio do steel frame mas não pode ser utilizado como elemento estrutural e por usar gesso prensado entre duas placas de cartão (gesso acartonado) só pode ser utilizado internamente. Os fabricantes de drywall desenvolveram diversos tipos de placas dependendo da utilização, conforme abaixo: Alguns tipos de placas de drywall ST – Standard (Placa Padrão) – Para aplicação em áreas secas RU – Para aplicação em áreas sujeitas a umidade por tempo limitado de forma intermitente. RF – Para aplicação em áreas secas em que haja necessidade de um maior desempenho em relação ao fogo. Para aplicação externa, o fechamento de paredes de drywall tem que ser feito com placa cimentícia. Quais as vantagens de se usar Drywall em vez de alvenaria convencional? Utilizado em divisórias internas e forros é conhecido como construção a seco porque não precisa de adição de água para constituição do material. Sua utilização garante uma obra limpa e organizada e livre de entulhos além de proporcionar um ganho de 5% de área por trabalhar com paredes mais finas da alvenaria convencional. As paredes e tetos feitos com drywall garante maior facilidade na mudança de layouts internos e mudanças na configuração dos ambientes. Durante a montagem, os sistemas hidráulicos e elétrico já vão sendo montados o que evita o quebra-quebra de paredes para instalação de conduítes e tubulações. O ganho de produtividade conferido pelo drywall requer um melhor planejamento antes da execução e projeto deve ser detalhado para evitar retrabalhos o que eliminaria as vantagens desse processo construtivo. A aparência externa da parede ou teto montados com drywall é idêntica àquela que é conseguida com a utilização de alvenaria convencional. Internamente elas são compostas por uma estrutura formada por perfis conformados a frio pintadas para proteção contra corrosão. Nestes perfis são fixadas as chapas de gesso acartonado com parafusos desenvolvidos especificamente para esse material. Os vãos entre as chapas são preenchidos com massa para drywall eliminando as juntas e as marcas dos parafusos de fixação, dando uma aparência perfeitamente lisa para receber o revestimento escolhido pelo cliente: pintura, cerâmica, textura, etc. Além de forros e paredes o drywall pode ser utilizado para criar nichos, prateleiras e closets. Normas aplicáveis na construção com Drywall As chapas de drywall devem atender alguns requisitos de Norma conforme abaixo: NBR 15.758-1/2009 – Sistema construtivo em chapas de gesso drywall – Projeto e processo executivo de montagem. Parte 1 – Requisitos para sistemas usados como paredes. NBR 15.758-2/2009 &#8211; Sistema construtivo em chapas de gesso drywall – Projeto e processo executivo de montagem. Parte 2 – Requisitos para sistemas usados como forros. NBR 15.758-3/2009 &#8211; Sistema construtivo em chapas de gesso drywall – Projeto e processo executivo de montagem. Parte 3 – Requisitos para sistemas usados como revestimentos. NBR 14.715-1/2001 – Chapas de gesso acartonado – Requisitos. NBR 14.715-2/2001 – Chapas de gesso acartonado – Métodos de ensaio NBR 14.716/2001 – Chapas de gesso acartonado – Verificação das características geométricas. NBR 14.717/2001 – Chapas de gesso acartonado – Determinação das características físicas. NBR 15.217/2009 – Perfis de aço para sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Requisitos e métodos de ensaio. Enfim, construir com drywall é mais vantajoso? Numa análise inicial de custos de construção, a matéria prima utilizada na construção com Drywall por se tratar de material industrializado é ligeiramente mais alta do que a utilizada na construção convencional em que se utiliza concreto armado. No entanto, a análise de viabilidade econômica do processo construtivo com drywall, deve ser mais ampla, visto que há outros fatores a considerar. A construção com drywall traz outras vantagens significativas em termos de custo final da construção: Dentre estas: Mais qualidade e precisão dimensional Maior rapidez na construção da estrutura portante Estrutura mais leve que alivia a carga nas fundações Maior conforto térmico-acústico Menor prazo total de obra reduzindo o custo com mão de obra Menor prazo para retorno do capital investido, o que pode ser um fator relevante quando se trata de prédios comerciais. Caso você deseje fazer uma reforma ou mudar a aparência de sua casa ou comércio, avalie a possibilidade de usar o Drywall.  Caso ainda precise de orientação entre em contato conosco. Avalie nosso post &#xE934;&#xE934;&#xE934;&#xE934;&#xE934; 5/5 Chame a Eqplan que podemos fazer um orçamento sem compromisso! Gostou do nosso post? Ficou interessado em construir ou reformar com Drywall? Ligue agoraWhatsApp</p>
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		<title>Construção a seco &#8211; Light Steel Frame</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 19:16:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que é Light Steel Frame? O Light Steel Frame (LSF) é um método construtivo semi-industrializado, também conhecido como construção a seco, que utiliza perfis metálicos conformados a frio como estrutura portante e painéis de fechamento produzidos industrialmente.  Apresenta inúmeras vantagens com relação aos métodos convencionais de construção: 6 Vantagens na utilização do Steel Frame O processo de montagem a partir de material industrializado elimina desperdícios. O aço permite maior controle dimensional da obra além de ter maior resistência do que o concreto e alto controle de qualidade já a partir do processo de fabricação. Apresenta maior facilidade de montagem Facilita instalação dos componentes hidráulicos e elétricos. Apresenta maior rapidez na construção É um material muito mais leve que o concreto e por isso, alivia a carga nas fundações tornando a obra mais barata. Este tipo de construção encontra aplicação imediata em: Residência (Térreas e sobrados) Edifícios multifamiliares de até 3 pavimentos Construções de interesse social como: Creches, Hospitais, Clínicas e Escolas Metodologia de Construção a seco com Steel Frame Os perfis estruturais podem ser fabricados na obra ou vir de fábrica prontos para montagem, o que agiliza ainda mais o processo construtivo. Para o fechamento da edificação, quando se deseja que o elemento tenha função estrutural, como em pisos de edificações, pode-se usar o painel OSB (Oriented Strand Board) que é fabricado a partir de tiras de madeira orientadas perpendicularmente e unidas com resina e prensados a alta temperatura. Para fins de fechamento sem função estrutura, costuma se usar as placas cimentícias. A construção em steel frame requer que o projeto estrutural seja detalhado ao extremo de forma a não perder a grande vantagem desse sistema construtivo que é a rapidez na execução da obra. A etapa de engenharia é composta por: Elaboração da memória de cálculo de engenharia Elaboração da Lista de materiais de aplicação conforme Memória de Cálculo Elaboração da Lista de Corte Plantas detalhadas para corte em oficina Plantas detalhadas de montagem na obra Neste tipo de construção, é possível construir toda a edificação e transportá-la diretamente para o local de instalação ou então, fabricar as treliças e vigas e transportá-los pré montados para o canteiro de obras onde são integralizados, formando os painéis que formarão a edificação. A opção de fabricação “off-site” agiliza a obra porque a montagem da estrutura é feita em um ambiente controlado, que impede erros de execução o que contribui para a qualidade final da obra e elimina problemas de execução que acabam prejudicando a qualidade final do produto, onerando o custo da obra e prejudicando o planejamento de execução que sempre provocam atrasos na execução e descumprimento do prazo o que também tem impacto no custo final da obra. Normas aplicáveis na construção com Steel Frame No Brasil este tipo de construção está normatizado pelas Normas: NBR-14.762/2001 – Dimensionamento de estruturas de aço constituídas por perfis formadas a frio – Procedimento. NBR-15.253/2005 – Perfis de aço formadas a frio com revestimento metálico, para painéis reticulados em edificações – Requisitos Gerais. Apesar de ser mundialmente conhecido como sistema construtivo, por questões históricas e tradição relacionada ao uso de concreto e alvenaria convencional, o LSF ainda é pouco utilizado no Brasil. É vantagem usar o Steel Frame na construção? A utilização da metodologia de construção a seco com perfis metálicos dobrados a frio é uma forma construtiva que se mostra sem dúvida mais sustentável do que a forma de construção convencional. Índices alarmantes de desperdício de material e retrabalho nos caneiros de obra devido a erros de execução, oneram o custo de nossas obras. A construção a seco com Light Steel Frame pode ser um marco importante para mudar esse quadro e reduzir os índices de desperdício na construção nacional. O investimento em treinamento e divulgação da metodologia deve ser sistematizado e incentivado para que as vantagens desse processo construtivo possam ser um fator de decisão de construtoras e incorporadoras na substituição de processos construtivos convencionais pelo uso da construção a seco com a utilização de Light Steel Frame. Avalie nosso post &#xE934;&#xE934;&#xE934;&#xE934;&#xE934; 5/5 Saiba mais sobre Steel Frame e outras formas de construção Gostou do nosso post? Ficou interessado em construir com Steel Frame? Entre em contato conosco e solicite seu orçamento. Ligue agoraWhatsApp</p>
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		<title>Responsabilidade Civil do Síndico</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 12:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultorias]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade civil]]></category>
		<category><![CDATA[sindico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sendo o síndico, o principal responsável pela condução administrativa de um Condomínio e com a função delegada pelos moradores de zelar pela segurança e higidez do prédio; na maioria das vezes ele desconhece a real dimensão das atribuições do cargo e das responsabilidades associadas à função de Síndico de um Condomínio. A atividade do Síndico é descrita no Código Civil no Art. 1.348, onde estão descritas as atribuições do cargo. Na nossa área de atuação, particular interesse tem o inciso V: V – diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores; Este inciso dispõe que casos de omissão ou desídia por parte do Síndico, na gestão e conservação das partes comuns do prédio, pode fazer com que ele responda civil ou criminalmente por suas ações. Normalmente, as relações legais que envolvem o trabalho do Síndico, ficam restritas ao Direito Civil, apesar de que o conceito de CULPA, fundamental para nossa análise, ser definido pelo Código Penal. Código Penal Brasileiro Art. 18: Diz-se o crime: Inciso II: culposo, quando o agente deu causa ao resultado por imprudência, negligência ou imperícia. E o que significa cada um desses termos: A imprudência: Quando o agente executa a ação sem a devida cautela. Sabe o que tem que fazer e como tem que fazer, mas age de forma descuidada. Ex.: Desviar alarmes de incêndio em vez de consertá-los; fazer reparos “gambiarra” em falhas de impermeabilização etc. A negligência: Quando o agente, sabe que tem que fazer algo, mas deixa de fazê-lo dando causa a um evento danoso. Ex.: Não realizar manutenção em sistema de Incêndio; não realizar reparos em fachadas com sinais de deterioração etc. Imperícia: Quando o agente não sabe fazer e ao realizar a tarefa sem conhecimento ou experiência sobre o assunto causa o efeito danoso. Na imperícia e na imprudência o agente assume postura ativa: Na imperícia age sem ter conhecimento e na imprudência de forma descuidada. Na negligência a atitude é de omissão, por deixar de fazer algo que deveria ter feito. A responsabilização decorre da prática de atos ilícitos, face a um comportamento positivo (ação) ou negativo (omissão). Esse comportamento pode ser por dolo (quando se tem a intenção e vontade dirigida a um fim) ou por culpa (negligência, imprudência, imperícia) – que é onde se enquadra os problemas para quem exerce a função de Síndico. Portanto, a responsabilidade do Síndico de garantir a segurança de moradores e funcionários do Condomínio é muito grande, inclusive sujeitando-o a interpelações judiciais por sua ação/inação conforme os conceitos acima. Uma forma de diminuir riscos e exposição judicial para Síndicos, é garantir uma manutenção adequada aos prédios sob sua responsabilidade, sempre com a orientação técnica de profissionais/empresas qualificadas para realizar obras de reparo e manutenção. Caso necessite de orientação para reformas e manutenções em seu Condomínio, faça contato e teremos imensa satisfação em contribuir para sua segurança e de seus vizinhos.   Chame a Eqplan que podemos fazer um orçamento sem compromisso! Gostou do nosso post? Precisa de orientação ou consultoria? É só ligar. Ligue agoraWhatsApp</p>
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		<title>Reforma de Fachadas</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2020 16:10:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reformas]]></category>
		<category><![CDATA[Fachada]]></category>
		<category><![CDATA[limpeza de fachadas]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas vezes, temos motivos para não fazer intervenções nas nossas fachadas Mas mesmo para as edificações, a idade pode se tornar algo problemático e sério. Muitos prédios na cidade do Rio de Janeiro têm mais de 40 anos e anecessidade de manutenção e reforma das fachadas é um fator de segurançae bom senso. A Lei Complementar LC 126/2013, inclusive estabelece prazos e condiçõespara uma inspeção periódica por profissional habilitado para garantir aestabilidade e segurança da edificação. Além disso, em se tratando de prédios residenciais, há uma questão queinteressa a todos os Condôminos, que é a desvalorização causada pelaaparência de má conservação e descuido. Ou seja, conservação e limpezainteressam a todos. Nossa empresa executa limpeza e conservação de fachadas. Atuamos com: Limpeza de fachada de vidro Recuperação e Limpeza de fachadas de pedras: mármores e granitos Recuperação e manutenção de área impermeabilizadas. Teste de percussão e fixação de revestimentos de pedras com possibilidade de queda. Recuperação de rachaduras e trincas. Tratamento de ferragens com corrosão. Reforma, manutenção e limpeza geral de fachadas Para você que é síndico e tem uma demanda de manutenção relacionada com Laudo de Vistoria executado em seu Condomínio, entre em contato. Resolveremos o problema apontado no Laudo de Vistoria e propomos revalidar o Laudo de Vistoria de seu prédio, eliminando essa pendência legal sob sua responsabilidade. Chame a Eqplan que podemos fazer um orçamento sem compromisso! Gostou do nosso post? Precisa fazer a manutenção, limpeza ou recuperação? É só ligar. Ligue agoraWhatsApp</p>
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		<title>O Incêndio no Hospital Badim</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Nov 2019 18:35:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combate a Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
		<category><![CDATA[combate a incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[eqplan]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Badim]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a veiculação das notícias sobre o incêndio no hospital Badim, pode-se notar pelas imagens a demora para a tomada de decisão pela evacuação de pacientes, funcionários e visitantes. Na verdade, não é uma decisão fácil visto que movimentar pacientes acamados, muitas vezes dependentes de sistemas de suporte à vida é uma decisão temerária. Mas de qualquer forma, as imagens deixam claro que houve demora por parte dos funcionários na conscientização do grau da emergência que estava se formando. Hospitais precisam ser tratados de forma diferenciada no estabelecimento de sistemas de prevenção contra incêndio, seja pela natureza da atividade exercida ou pela condição de mobilidades restringida dos pacientes. De fato, não e o caso de edifícios residenciais, mas a atitude necessária para tomar decisões em caso de incêndio, independente do local e é um fator fundamental para preservar vidas. Nesse contexto de mais uma tragédia envolvendo incêndio na cidade do Rio, resta a avaliação crítica do fato para corrigir as falhas e prevenir contra novas ocorrências. Qualquer incêndio começa com um foco de fogo e a agilidade de detecção e posterior combate são fundamentais para evitar que o foco de fogo se transforme em um incêndio com consequências tragédias. Nesse contexto, a Eqplan busca auxiliar síndicos de condomínios a pensar de forma preventiva buscando manter os sistemas de prevenção contra incêndios em perfeito estado de funcionamento ou então, providenciando treinamento para os funcionários que naturalmente, serão os primeiros na tentativa de debelar o foco de fogo e naturalmente, a agilidade e destreza em manusear extintores, hidrantes ou comunicar necessidade de evacuação pode significar a diferença entre um pequeno susto ou uma tragédia que poderia ter sido evitada. Para os síndicos: Faça uma inspeção em seu sistema de prevenção contra incêndios. Todo mundo quer que jamais seja necessário usá-lo, mas se for e não funcionar, não seja responsabilizado pelas consequências por inação ou negligência. Em caso de dúvidas, faça uma consulta. Chame a Eqplan que podemos fazer um orçamento sem compromisso! Gostou do nosso post? Precisa fazer a manutenção, reparo ou de uma consultoria? É só ligar. Ligue agoraWhatsApp</p>
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		<item>
		<title>A Lei de Auto Vistoria e o Edifício Andrea de Fortaleza</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Oct 2019 00:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultorias]]></category>
		<category><![CDATA[auto vistoria]]></category>
		<category><![CDATA[autovistoria]]></category>
		<category><![CDATA[predial]]></category>
		<category><![CDATA[vistoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A importância de fazer a auto vistoria regularmente. A auto vistoria é um Procedimento Legal cujo propósito é a execução de uma inspeção periódica na busca de possíveis falhas na edificação e realizar manutenções periódicas que em última instância podem salvar vidas.    Com seu litoral deslumbrante, a cidade de Fortaleza é um dos principais destinos turísticos de nosso país mas infelizmente, a cidade virou manchete nas últimas semanas, devido à ocorrência trágica do desabamento de um edifício que causou a morte de 9 pessoas. A ocorrência será alvo de investigação detalhada para apurar as causas e as responsabilidades e certamente é uma oportunidade para uma avaliação crítica sobre o assunto “Manutenção Predial” por profissionais de engenharia e administradores de edificações por todo o Brasil. Situado no bairro de Dionísio Torres, na rua Tibúrcio Cavalcanti em Fortaleza, o edifício Andrea foi entregue aos compradores em 1982 e aos 37 anos, apresentava uma deterioração intensa em seus elementos estruturais e um péssimo estado de conservação. As fotos abaixo demonstram uma falha do Condomínio em prezar pela manutenção e conservação. As setas indicam locais de tratamentos superficiais, provavelmente para correções de acomodações da estrutura da edificação. Estas intervenções foram feitas para melhorar a estética do prédio sem se preocupar com a causa dos problema. Esta é uma prática recorrente e o tratamento pontual para correção de falhas nas edificações normalmente é a opção escolhida por ser a mais barata. Trata-se de uma postura perigosa porque a prática de corrigir defeitos pontualmente pode funcionar enquanto o problema estiver localizado em elementos de vedação (paredes por exemplo) mas se a situação envolve elementos estruturais (fundação, vigas e pilares), acreditamos que é prudente identificar as causas dos problemas em vez de maquiar a estrutura da edificação O desabamento do edifício Andrea foi documentado de diversas formas e as imagens estão disponíveis em diversos sites. A causa da falha estrutural dos pilares da edificação se torna evidente com as fotos que foram feitas pela empresa encarregada de executar a derradeira reforma. O que se percebe é que a empresa contratada decidiu remover o concreto dos pilares para fazer o tratamento das armaduras expostas e recompor o concreto. Pelas imagens fornecidas da equipe da contratada trabalhando, percebe-se que não há mais concreto recobrindo a armadura mas tão somente reboco que não tem capacidade estrutural. Este fato leva a crer que em outras intervenções, outras empresas fizeram o mesmo para tratar os pilares com armaduras corroídas recobrindo os mesmos após o trabalho, com argamassa de cimento e areia, que não garante a impermeabilidade e dessa forma não impede a contínua deterioração das armaduras Nas imagens acima é clara a diferença de tonalidade entre o concreto estrutural (mais claro) e a argamassa que foi continuamente colocada no lugar do concreto nas intervenções que foram feitas. Nas imagens veiculadas na TV o que se vê são pedaços de reboco sendo removidos e não concreto. Nas intervenções anteriores executadas de forma negligente, o aço estrutural não foi devidamente protegido por concreto e sua contínua exposição ao ambiente corrosivo da região provocou uma deterioração extrema da malha de aço ocasionando a perda da finalidade estrutural dos pilares Link para visualização em vídeo: https://youtu.be/h6iwUzKlJlA Portanto, a estrutura do edifício Andrea já estava comprometida e a cada intervenção, a perda do aço estrutural se pronunciava e infelizmente era maquiada com a aplicação de reboco sobre a armadura corroída. No estado do Rio, como consequência da Lei 6400/2013 e na cidade do Rio por força da Lei complementar 126/2013, tornaram obrigatória a realização de vistorias técnicas periódicas pelos responsáveis por imóveis existentes no município do Rio de Janeiro. Trata-se de uma iniciativa do Poder Público, para prever a ocorrência de desastres como do edifício Riqueza/File Carioca na Praça Tiradentes em 2011 e do edifício Liberdade na Cinelândia em 2012. Em síntese, o que se busca nesta análise é confrontar os objetivos da lei de Auto Vistoria e os fatos ocorridos com o trágico desabamento do edifício Andrea. Por se tratar de um laudo de investigação técnica, o laudo de vistoria após inspeção da edificação deve ser consistente e assertivo, fornecendo subsídios ao síndico ou responsável pela edificação de meios para julgar a urgência do reparo/intervenção demandada. Por outro lado, profissionais responsáveis pela inspeção, devem estar cientes de sua responsabilidade e evitar prolixidade e firulas textuais, que tal qual o amontoado de fotos que se inserem nos laudos, só servem pra engrossar um texto inconclusivo e frágil, tal qual o reboco das colunas do edifício Andrea. Em uma rara demonstração de competência, nosso Legislativo ao instituir a Lei de Auto Vistoria, criou condições para prevenir ocorrências catastróficas em edificações sem manutenção ou com tratamento paliativo dos desgastes naturais sofridos pelas construções ao longo dos anos. Resta ao corpo técnico de profissionais, qualificados para exercer a atividade de inspeção, discernimento para encarar a tarefa com a responsabilidade que ela merece e proceder de forma responsável para evitar novas tragédias. Chame a Eqplan que podemos fazer um orçamento sem compromisso! Gostou do nosso post? Precisa fazer a autovistoria? É só ligar. Ligue agoraWhatsApp</p>
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		<title>Prevenção contra Incêndio: Classes de Fogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2019 18:13:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combate a Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[combate a incêndio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fogo é dividido em classes. O objetivo é classificar o tipo de fogo para possibilitar a identificação do melhor agente de extinção. Além disso, deve-se ter em mente que incêndio é fogo sem controle e qualquer incêndio começa com um pequeno foco de fogo e é esse foco de fogo, que podemos combater com os agentes extintores. Classes de fogo Fogo Classe A Acontece em matérias que queimam em sua superfície e também em seu interior e deixam resíduo. São materiais sólidos comuns como madeira, papel, papelão, plásticos, etc. O melhor agente extintor para combater esse tipo de fogo é a água. Extintores para esse tipo de fogo vem em uma garrafa pressurizada com 10 litros de água. Pode-se usar também extintores classe B.   Fogo Classe B Acontece em líquidos combustíveis. Esses materiais só queimam em sua superfície e após o consumo pelo fogo, não deixam resíduos. Esse tipo de fogo não deve ser combatido com água porque o calor da chama pode vaporizar a água, aumentando o volume do material em chamas e o incêndio. O melhor agente extintor para esse tipo de fogo é o pó químico seco – PQS -que em contato com o fogo, produz gases que extinguem o fogo por abafamento. Pode-se usar também o extintor de espuma química, que funciona com o mesmo princípio do PQS ou o extintor de CO2 que remove o O2 e extingue o fogo.   Fogo Classe C Acontece em equipamentos elétricos energizados. Como a água conduz energia elétrica, o jato de água pode causar choque elétrico na pessoa que estiver combatendo o incêndio. Se for possível desligar a energia elétrica, pode-se usar água para combater o incêndio porque nesse caso o fogo passa a ser classificado como Fogo Classe A. O melhor agente extintor para esse tipo de fogo é o CO2 que remove o O2 ou o PQS.   Fogo Classe D Acontece em matérias que por sua natureza queimam espontaneamente em contato com o ar como magnésio, alumínio, titânio, etc. É um caso especial de fogo, pouco comum para situações de nosso cotidiano. O agente extintor para esses materiais é um extintor com pó químico especialmente desenvolvido para esses casos.   Fogo Classe K Acontece em óleos e gorduras de cozinhas. A letra “K” vem de kitchen (cozinha) em inglês. Trata-se de uma condição recorrente em cozinhas industriais onde o acúmulo de gordura em coifas pode provocar incêndios. Fogo dessa classe deve ser tratado com agente específico que saponifica a gordura em chamas, formando uma espuma densa que extingue o fogo. Pode-se ainda utilizar CO2 como agente extintor desde que garantidas as condições de confinamento do gás dentro da coifa.   Extintores de Incêndio e as classes de fogo Classes de fogo   Forma correta de se utilizar o extintor de incêndio     A Eqplan executa:   Projetos de Prevenção Contra Incêndio   Tramita documentação junto ao Corpo de Bombeiros para emissão do AVCB   Promove treinamentos de equipes internas.   Conte com a Eqplan para regularizar seu imóvel. Faça um orçamento sem compromisso. Chame a Eqplan que podemos fazer um orçamento sem compromisso! Gostou do nosso post? Precisa fazer a manutenção, reparo ou inspeção? É só ligar. Ligue agoraWhatsApp</p>
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		<title>Entenda mais sobre impermeabilização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2019 16:24:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Impermeabilização]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção a construção]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento em construção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que significa impermeabilização? Podemos dizer que impermeabilização é proteger a construção dos efeitos danosos da água, seja na sua manifestação natural (chuva por exemplo) ou decorrente de sua utilização na residência (água de limpeza, lavagem, etc). Há diversos sistemas impermeabilizantes, desde os mais simples que promovem uma barreira física à passagem da água, até produtos químicos complexos, que reagem em presença de umidade, formando cristais que bloqueiam a passagem da água. Infelizmente o conceito de impermeabilizar não está enraizado na cultura da nossa mão de obra, e é bastante comum, visualizar construções com problemas de bolor nas paredes e lajes com ferragens expostas em razão da percolação da água pela armadura. O ideal é ter um projeto de impermeabilização ao iniciar a obra, garantindo uma especificação correta do produto e técnica de aplicação adequada. Quais tipos de impermeabilização existem? A classificação das impermeabilizações é feita a partir do constituinte principal da camada impermeabilizante. Dessa forma podemos ter: Impermeabilização de base cimentícia Argamassa com aditivo impermeabilizante Argamassa modificada com polímeros Argamassa polimérica Cimento modificado com polímero Impermeabilização de base polimérica Membranas e mantas produzidas no local da obra, sendo as mais conhecidas material de PVC; PEAD, EPDM, polímeros acrílicos, membrana de poliuretano, etc. Impermeabilização de base asfáltica Membrana de asfalto modificado sem adição de polímero Membrana de asfalto elastomérico Membras de emulsão asfáltica Membrana de asfalto elastomérico em solução Manta asfáltica Com relação ao comportamento estrutural podemos considerar os sistemas como rígidos ou flexíveis, sendo que cada um tem sua aplicabilidade, características e funcionalidades e o desempenho está ligado diretamente às condições do substrato (local a impermeabilizar) e a técnica de aplicação. O que é mais comum em termos de impermeabilização nas obras residenciais? Impermeabilização de baldrames com uso de emulsão asfáltica para evitar que a umidade suba do solo para as paredes e assentamento de tijolos e blocos das primeiras fiadas com argamassa aditivada com elemento hidrófugo. Impermeabilização com uso de emulsão asfáltica em áreas em contato com o solo. Impermeabilização de beirais e lajes pode ser executada com uso de argamassa polimérica Impermeabilização de lajes, coberturas e terraços, com utilização de mantas asfálticas.  Trata-se de área delicada visto que a fixação de equipamentos de lazer, piscinas, bancos, etc, podem danificar a impermeabilização. Nestes casos, a existência de proteção mecânica é fundamental e um projeto de layout com a distribuição dos equipamentos, definindo pontos de fixação de extrema importância para o perfeito funcionamento da camada impermeabilizante. A impermeabilização de áreas molhadas como banheiros, cozinhas e áreas de serviço pode ser executada com argamassas e cimentos poliméricos. Reservatórios de água como cisternas ou piscinas podem ser revestidas com argamassa polimérica considerando pressão positiva da água contra a impermeabilização. Lajes e grandes áreas sujeitas a tensões térmicas e movimentações estruturais, requerem uma avaliação específica, mas normalmente a opção é pelas mantas asfálticas pela praticidade de aplicação. Trata-se de produto pré fabricado instalado com uso de maçaricos sobre a área a impermeabilizar. Há diversos tipos de mantas e a correta especificação requer uma avaliação cuidadosa das condições do substrato, da necessidade de proteção mecânica, espessura da camada impermeabilizante, etc.    </p>
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		<title>Limpeza de fachadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2019 15:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reformas]]></category>
		<category><![CDATA[Fachada]]></category>
		<category><![CDATA[limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[limpeza de fachadas]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[serviço de limpeza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas vezes, temos motivos para não fazer intervenções nas nossas fachadas. Mas na maioria das vezes, o ambiente carregadode poluição em que vivemos e a necessidade de manter um visual limpo do prédioda empresa, demanda a criação de rotinas de limpeza, já que a imagem de umprédio corporativo sujo, não faz bem para os negócios. Em se tratando de prédios residenciais, há uma questão que interessa a todos os Condôminos, que é a desvalorização causada pela aparência de má conservação e descuido. Ou seja, conservação e limpeza interessam a todos. Nossa empresa executa limpeza e conservação de fachadas. Atuamos com:</p>
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		<title>Construção a seco &#8211; Steel Frame ou Drywall?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 22:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
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		<category><![CDATA[construção a seco]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[drywall]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Construção Industrializada Steel Frame &#38; Drywall O Light Steel Frame (LSF) é um método construtivo semi-industrializado que utiliza perfis metálicos conformados a frio como estrutura portante e painéis de fechamento produzidos industrialmente. Apresenta inúmeras vantagens com relação aos métodos convencionais de construção: O processo de montagem a partir de material industrializado elimina desperdícios. O aço permite maior controle dimensional da obra além de ter maior resistência do que o concreto e alto controle de qualidade já a partir do processo de fabricação. Apresenta maior facilidade de montagem Facilita instalação dos componentes hidráulicos e elétricos. Apresenta maior rapidez na construção É um material muito mais leve que o concreto e por isso, alivia a carga nas fundações tornando a obra mais barata. Este tipo de construção encontra aplicação imediata em: Residência (Térreas e sobrados) Edifícios multifamiliares de até 3 pavimentos Construções de interesse social como: Creches, Hospitais, Clínicas e Escolas Os perfis estruturais podem ser fabricados na obra ou vir de fábrica prontos para montagem, o que agiliza ainda mais o processo construtivo. Para o fechamento da edificação, quando se deseja que o elemento tenha função estrutural, como em pisos de edificações, pode-se usar o painel OSB (Oriented Strand Board) que é fabricado a partir de tiras de madeira orientadas perpendicularmente e unidas com resina e prensados a alta temperatura. Para fins de fechamento sem função estrutura, costuma se usar as placas cimentícias. No Brasil este tipo de construção está normatizado pelas Normas: NBR-14.762/2001 – Dimensionamento de estruturas de aço constituídas por perfis formadas a frio – Procedimento. NBR-15.253/2005 – Perfis de aço formadas a frio com revestimento metálico, para painéis reticulados em edificações – Requisitos Gerais. Apesar de ser mundialmente conhecido como sistema construtivo, por questões históricas e tradição relacionada ao uso de concreto e alvenaria convencional, o LSF ainda é pouco utilizado no Brasil. Light Steel Frame e Drywall é a mesma coisa? Em nosso país uma variante da construção industrializada que está se desenvolvendo é o Drywall ou gesso acartonado como é conhecido. O drywall segue o mesmo princípio do steel frame mas não pode ser utilizado como elemento estrutural e por usar gesso prensado entre duas placas de cartão (gesso acartonado) só pode ser utilizado internamente. Os fabricantes de drywall desenvolveram diversos tipos de placas dependendo da utilização, conforme abaixo: ST – Standard (Placa Padrão) – Para aplicação em áreas secas RU – Para aplicação em áreas sujeitas a umidade por tempo limitado de forma intermitente. RF – Para aplicação em áreas secas em que haja necessidade de um maior desempenho em relação ao fogo. Para aplicação externa, o fechamento de paredes de drywall tem que ser feito com placa cimentícia. As chapas de drywall devem atender alguns requisitos de Norma conforme abaixo: NBR 15.758-1/2009 – Sistema construtivo em chapas de gesso drywall – Projeto e processo executivo de montagem. Parte 1 – Requisitos para sistemas usados como paredes. NBR 15.758-2/2009 &#8211; Sistema construtivo em chapas de gesso drywall – Projeto e processo executivo de montagem. Parte 2 – Requisitos para sistemas usados como forros. NBR 15.758-3/2009 &#8211; Sistema construtivo em chapas de gesso drywall – Projeto e processo executivo de montagem. Parte 3 – Requisitos para sistemas usados como revestimentos. NBR 14.715-1/2001 – Chapas de gesso acartonado – Requisitos. NBR 14.715-2/2001 – Chapas de gesso acartonado – Métodos de ensaio NBR 14.716/2001 – Chapas de gesso acartonado – Verificação das características geométricas. NBR 14.717/2001 – Chapas de gesso acartonado – Determinação das características físicas. NBR 15.217/2009 – Perfis de aço para sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Requisitos e métodos de ensaio. Quais as vantagens de se usar Drywall em vez de alvenaria convencional? O Drywall utilizado em divisórias internas e forros é conhecido como construção a seco porque não precisa de adição de água para constituição do material. Sua utilização garante uma obra limpa e organizada e livre de entulhos além de proporcionar um ganho de 5% de área por trabalhar com paredes mais finas da alvenaria convencional. As paredes e tetos feitos com drywall garante maior facilidade na mudança de layouts internos e mudanças na configuração dos ambientes. Durante a montagem, os sistemas hidráulicos e elétrico já vão sendo montados o que evita o quebra-quebra de paredes para instalação de conduítes e tubulações. O ganho de produtividade conferido pelo drywall requer um melhor planejamento antes da execução e projeto deve ser detalhado para evitar retrabalhos o que eliminaria as vantagens desse processo construtivo. A aparência externa da parede ou teto montados com drywall é idêntica àquela que é conseguida com a utilização de alvenaria convencional. Internamente elas são compostas por uma estrutura formada por perfis conformados a frio pintadas para proteção contra corrosão. Nestes perfis são fixadas as chapas de gesso acartonado com parafusos desenvolvidos especificamente para esse material. Os vãos entre as chapas são preenchidos com massa para drywall eliminando as juntas e as marcas dos parafusos de fixação, dando uma aparência perfeitamente lisa para receber o revestimento escolhido pelo cliente: pintura, cerâmica, textura, etc. Além de forros e paredes o drywall pode ser utilizado para criar nichos, prateleiras e closets. Caso você deseje fazer uma reforma ou mudar a aparência de sua casa ou comércio, chame a Eqplan que podemos fazer um orçamento sem compromisso! Visite nosso site para saber mais sobre construção e reforma! www.eqplan.com.br contato@eqplan.com.br</p>
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		<title>NR 35-Trabalho em altura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 22:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Treinamento]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[NR]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento em construção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que significa Trabalho em altura &#8211; NR 35? É toda atividade executada acima de 2m do piso de referência não importa se sobre uma escada ou num andaime a 30m de altura.É uma questão de definição estabelecida pela NR 35 (Norma Regulamentadora Nº35) que estabelece as regras e condutas de empregadores e trabalhadores para prevenir acidentes com quedas.Originalmente, aspectos preventivos relacionados com riscos de quedas, estavam dispersos nas diversas NRs. A Portaria da Secretaria de Inspeção no Trabalho  SIT 313/2012, mudou isso criando uma legislação específica para tratar do assunto motivado por:  É uma das principais causas de morte de trabalhadores ou de acidentes com sequelas. O risco de queda existe em vários ramos de atividades. O risco não pode ser eliminado e a prevenção e a capacitação são as formas mais eficientes de evitar acidentes. A NR 35-Trabalho em altura define logo de cara, as responsabilidades dos empregadores e dos trabalhadores: Responsabilidades dos empregadores a) Garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma; b) Assegurar a realização da Análise de Risco &#8211; AR e, quando aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho &#8211; PT; c) Desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura; d) Assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura, pelo estudo, planejamento e implementação das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis; e) Adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas; f) Garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle; g) Garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas nesta Norma; h) Assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível; i) Estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura; j) Assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade; k) Assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma.   Responsabilidades dos trabalhadores a) Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura, inclusive os procedimentos expedidos pelo empregador; b) Colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma; c) Interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas, comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis; d) Zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho.   Quais são as principais causas dos acidentes com trabalhos em altura? Podemos dizer que existem duas causas distintas para a ocorrência dos acidentes: As que se relacionam com atitudes, atos, ações ou comportamentos do trabalhador contrários às normas de segurança, que são responsáveis por 80% das ocorrências e aquelas que podem ser imputadas como responsabilidade do empregadorDentre as falhas que normalmente são imputadas aos trabalhadores, destacamos: Descumprir as regras e procedimentos de segurança Não usar o EPI Não ancorar o cinto de segurança Trabalhar sob efeito de álcool/drogas Operar máquinas e equipamentos sem habilitação Distrair-se ou realizar brincadeiras durante o trabalho Utilizar ferramentas inadequadas Expor-se a riscos desnecessários As condições inseguras de trabalho que levam à acidentes com quedas normalmente são  deficiências, defeitos ou irregularidades técnicas nas instalações físicas, máquinas e equipamentos que presentes no ambiente e que geram riscos de acidentes. Podemos citar como exemplos: Falta de guarda-corpo em patamares Falta de pontos de ancoragem Falta de treinamento Não fornecimento de EPI adequado Acessos e escadas inadequados Falta de sinalização Equipamentos e/ou ferramentas inadequados Como podemos evitar acidentes com quedas? Capacitação e treinamentos A NR 35 &#8211; Trabalho em altura define que todo trabalhador que executa trabalhos em altura deve ser capacitado para a função. A Norma define que o trabalhador para este tipo de atividade deve ter condições físicas e psicológicas adequadas e treinamento adequado. O treinamento deve ter no mínimo 8 horas de duração e tem um conteúdo mínimo a ser cumprido: Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura Análise de Risco e condições impeditivas Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle. Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva. Equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura, seleção, inspeção, conservação e limitação de uso. Acidentes típicos em trabalhos em altura Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.   Planejamento, Organização e Execução Todo trabalho em altura começa no chão. Deve ser planejado de forma a minimizar os riscos e as consequências em caso de queda. Trabalhos em altura devem ser executados sob supervisão e a principal etapa do planejamento é a elaboração prévia de uma Análise de Risco, feita pela própria equipe que irá executar a tarefa e a Supervisão com apoio e direcionamento da equipe de Segurança da empresa. Além da Análise de Risco, o planejamento da atividade pode incluir o treinamento da equipe no Procedimento Operacional específico da atividade, complementado com aspectos relacionados com a segurança da equipe durante o trabalho. O objetivo deve ser treinar os trabalhadores na atividade de forma que fique entendido que trabalho bem feito deve ser feito de forma segura. Algumas empresas criam Procedimentos específicos de Segurança que não servem para nada porque não estão vinculados a uma atividade e se tornam papel que não interessa a ninguém.   Mas então!!!   Qual deve ser o conteúdo de uma análise de Risco? Uma Análise de Risco elaborada com responsabilidade, deve conter: A descrição do local em que o serviço será executado e seu entorno O isolamento e a sinalização no entorno da atividade O estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem Referências sobre o que fazer em caso de condições meteorológicas adversas. A seleção, inspeção, forma de utilização e</p>
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		<title>Habite-se</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 18:02:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[habite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é HABITE-SE? O Habite-se é um documento formal de aceitação por parte do Poder Público – Prefeitura Municipal e Secretaria Municipal de Urbanização – SMU – de que sua obra foi executada dentro de padrões e regras estabelecidos. O propósito é manter uma regularidade nos padrões de construção de casas, comércio, edifícios, etc e também garantir que o imóvel esteja em condições de moradia, ou seja habitabilidade. Na verdade, a construção de um imóvel só termina após a concessão do HABITE-SE. Se a sua residência não tem HABITE-SE, então ela está irregular. Por quê é importante requerer o HABITE-SE? O HABITE-SE é exigido pelos Cartórios de RGI para que a construção seja registrada oficialmente e você só é dono de fato, se o imóvel tiver RGI no seu nome. O HABITE-SE é requerido para fins de inventário e hipoteca e se você tem um imóvel e quiser vender, o banco não financia imóvel sem HABITE-SE. Como faço para conseguir o HABITE-SE da minha casa? Para conseguir o HABITE-SE de seu imóvel você deverá contratar um Engenheiro Civil para elaborar os projetos que serão analisados pela SMU, conforme a legislação vigente. Caso o imóvel não esteja conforme com a legislação vigente, é possível regularizar a situação até 19/01/2019, com a Lei da Mais Valia. Você pode entender um pouco mais sobre essa Lei clicando aqui. &#160;(criar um link com o Artigo de Mais Valia) Para requerer o HABITE-SE é necessário ter a Certidão de ônus Reais e não ter dívidas com o IPTU. Ficou alguma dúvida? Entre em contato que podemos ajudar! https://www.eqplan.com.br</p>
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		<title>Lei da Mais Valia-Lei 192/2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 17:20:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultorias]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei 192/2018, promulgada pela Prefeitura, permite regularizar construções executadas em desacordo com a legislação vigente. Foi prorrogada e o prazo vai até 19/01/2019. Se você tem um “puxadinho” que não consta do projeto aprovado e legalizado na Prefeitura, agora é a hora de legalizar sua construção. O passo a passo é o seguinte: Requerimento Pagamento da guia do DARM (Documento de Arrecadação de Receitas Municipais) Abertura de processo na SMU (Secretaria Municipal de Serviços Urbanos) Requerimento impresso Guia do DARM pago Projetos da construção assinados por Engenheiro Civil credenciado no CREA RGI ou documento comprobatório das medidas do terreno Documentação do profissional responsável técnico Declaração do Responsável Técnico Elaboração do Laudo de Contrapartida pelos técnicos da Prefeitura Taxa definida pela Prefeitura, que leva em consideração diversos fatores, como a área construída por exemplo. Pagamento da contrapartida Deve ser paga após publicação no DOM (Diário Oficial do Município). Pode ser paga em 12 vezes. Se for paga à vista tem 7% de desconto caso o pagamento seja feito em até 15 dias após publicação no DOM. Emissão da Licença de Obras (Legalização ou Licenciamento). Se quiser ler um resumo da Lei, clique aqui. Caso tenha alguma dúvida a respeito, nos consulte e forneceremos todas as informações necessárias para você regularizar sua obra. Consulte: https://www.eqplan.com.br</p>
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		<title>Projetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2018 22:45:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>QUERO CONSTRUIR! Quais são os projetos necessários? Executar Projetos de construção civil é uma atividade regulamentada para engenheiros e arquitetos. No entanto, ainda hoje, muitas pessoas consideram que fazer um projeto prévio, antes de construir,&#160; é algo plenamente dispensável. Ou então, ainda é muito comum, potenciais clientes, durante uma consulta para o projeto de uma construção, chegarem com o projeto pronto, idealizado segundo sua conveniência e convicção e perguntam quanto custa &#8220;só para assinar o projeto&#8221;. Na verdade, as coisas não são assim tão simples. Um bom projeto, executado por um profissional habilitado fornece as diretrizes para que a construção seja executada de forma a garantir sua estabilidade estrutural e conforto de seus ocupantes. O propósito desse texto é descrever de forma resumida, quais são os projetos essenciais para pequenas construções. O que é um bom Projeto? O custo de um projeto varia de 2% a 5% do custo total da obra e é um valor muito baixo comparado com o benefício que traz, ao evitar improvisações na obra. O nível de detalhamento deve ser tal que evite ao construtor, durante a obra, tomar decisões que impactem em mais despesas e custo, além de impactar no prazo e qualidade da obra. e o engenheiro falou de um tal de memorial descritivo&#8230; O Memorial Descritivo (MD) é um documento textual onde se descreve as especificações da obra. Normalmente, aborda também questões relativas ao terreno, suas dimensões e características. No MD, numa sequência lógica da construção, todas as fases são descritas e as soluções técnicas adotadas são detalhadas de forma a descrever como a construção será executada. Por exemplo, no MD o responsável técnico define o tipo de fundação que será utilizado (broca, sapata, radier, etc); a estrutura da edificação (alvenaria estrutural, concreto, aço, etc); o tipo de laje (maciça, pré-moldada, etc); especificações para instalações hidráulica e elétrica e tudo que for pertinente para caracterizar e especificar de forma clara os materiais de aplicação na construção. No MD, também são fornecidas orientações para o processo de construção com tabelas e memórias de cálculo que em conjunto com as plantas, fornecem as orientações necessárias para o construtor quais são os tipos de projetos essenciais? 1. Projeto de Aprovação Legal É o projeto que deve ser apresentado junto à Prefeitura para obtenção da Licença de Construção ou do Alvará de Construção. O nível de detalhamento desse projeto varia de acordo com a legislação do município mas de uma maneira geral, a Prefeitura verifica se o Projeto atende os padrões urbanísticos definidos no Código de Obras do Município, verificando se a obra é compatível com o zoneamento urbano, taxa de ocupação, coeficiente de aproveitamento, recuos e limites, índices de iluminação e ventilação. 2. Projeto de Arquitetura O Projeto de Arquitetura é a principal peça gráfica da construção. todos os demais projetos deverão ser feitos considerando o projeto arquitetônico. Enquanto o Projeto de aprovação Legal traz as informações requeridas pelo órgão público para aprovação da construção, o projeto de arquitetura deve conter todas as informações necessárias para o construtor executar a obra. O projeto de arquitetura pode ser entendido como um projeto executivo, e deve detalhar pontos de nível, afastamentos e cotas, dimensões finais de paredes, especificações de materiais de aplicação, tabelas e gráficos ilustrativos relacionados com projetos de instalações e toda informação pertinente para garantir que a construção finalizada esteja de acordo com os requisitos do cliente. 3. Projeto de Fundações O principal objetivo é definir o tipo de fundação que será utilizado a partir de informações que o responsável técnico obtém do terreno a partir de uma verificação local ou por intermédio de uma sondagem. No projeto de fundações, são locadas as brocas, estacas, baldrames, etc. São fornecidos desenhos em escala dos elementos da fundação e da armadura, incluindo cotas de brocas por exemplo, nível de valas e condições de nivelamento, ferragem de arranque para dar continuidade ao elemento estrutural, informações sobre traço de concreto a ser utilizado, e tabelas e gráficos, especificando claramente todo o material de aplicação utilizado. 4. Projeto estrutural O Projeto Estrutural detalha os elementos que transferem a carga da edificação para o solo. É onde detalhamos as vigas, pilares, lajes e demais elementos estruturais da edificação. Esse projeto vai depender do método construtivo adotado, caso a obra seja feita em concreto armado, alvenaria estrutural, aço, etc. No projeto estrutural, todos os elementos devem ser detalhados, definindo cotas e dimensões. Detalhes de forma para concreto, armadura e traço de concreto utilizado. Se for utilizado alvenaria estrutural, os blocos devem estar claramente especificados e a paginação de montagem das paredes detalhada. Se for utilizado aço, definir os perfis e o tipo de aço utilizado, definindo tipo de soldagem ou a especificação dos parafusos. Normalmente, essa etapa é, em termos percentuais, a mais cara da obra e merece uma atenção especial. 5. Projeto de Instalação Hidráulica Trata-se de um grupo de projetos que definem a forma de utilização da água na edificação, conforme detalhamento abaixo: 5.1 Projeto de Água Fria Define a capacidade do reservatório de acumulação para atendimento dos ocupante do imóvel e a distribuição, a partir do cálculo hidráulico das tubulações e conexões que irão alimentar os diversos pontos de consumo. Normalmente relegado e desprezado pelos proprietários, o projeto hidráulico garante que a instalação seja dimensionada de forma adequada para que o sistema hidráulico funcione adequadamente. Desconsiderar esse projeto é correr o risco de ter um chuveiro sem pressão&#160; e vazão suficientes ou um banheiro com odor por falta do ramal de ventilação e reparar instalação hidráulica depois de pronta é aborrecimento e prejuízo na certa. Para todos os sistemas hidráulicos, incluindo água quente, gás e esgotos, é importante garantir que não haja interferência entre tubulações e elementos estruturais da edificação evitando dessa forma, soluções de improviso e gambiarras executas na obra. 5.2 projeto de água quente Dimensionamento e cálculo hidráulico da tubulação de água quente da edificação. No projeto é importante especificar o material da tubulação de forma clara (PCV, cobre), definir os pontos de consumo para estabelecer</p>
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		<title>Projeto de Combate a Incêndio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eqplan]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2018 22:37:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combate a Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[combate a incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[PPCI]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vale a pena gastar dinheiro com um Projeto de Prevenção contra Incêndio e Pânico? Quando pensamos em Prevenção ou combate a Incêndio e Pânico, há duas imagens recorrentes relacionadas ao assunto. A mais recente é a imagem do Museu Nacional na Quinta da Boa Vista em chamas e a outra, por muitos já esquecida, é o incêndio na Boate Kiss em Santa Maria. No primeiro caso queimamos nosso passado, em virtude das perdas inestimáveis de itens históricos que foram destruídos. No segundo caso, queimamos nosso futuro, em virtude do grande número de jovens, que perderam a vida na ocasião. Talvez a única forma de evitar queimar nosso passado e nosso futuro seja atuar no presente com instrução e esclarecimentos, sobre como evitar um incêndio de grandes proporções. As medidas de proteção contra incêndios podem ser passivas (elaboradas durante a concepção do projeto arquitetônico) ou ativas (elementos do SPCI – Sistema de Proteção Contra Incêndios &#8211; que são acionados em caso de ocorrência de incêndio). É claro que o objetivo é evitar a ocorrência do incêndio e certamente é mais sábio investir em prevenção – MEDIDAS PASSIVAS (medidas para evitar o incêndio) do que em mitigação – MEDIDAS ATIVAS (medidas de combate ao incêndio ou reparação dos danos causados). Um PPCI – Projeto de Prevenção Contra Incêndio &#8211; bem elaborado deve ter sua concepção desenvolvida em conjunto com o projeto arquitetônico da edificação, quando é possível avaliar as opções adotadas para a construção avaliando se as condições relacionadas com proteção contra incêndio estão garantidas. Submeter o projeto depois de pronto ao Corpo de Bombeiros para aprovação pode significar uma grande perda de tempo com correções para atender a legislação de prevenção contra incêndios. De qualquer forma um SPCI bem elaborado custa em torno de 3% do custo da obra e está muito longe do prejuízo que um incêndio de grandes proporções pode causar. O PPCI deve contemplar medidas de prevenção passivas e ativas: Medidas de Proteção Passivas: Há diversas medidas de proteção passivas que podem ser tomadas para a prevenção de incêndios. O objetivo é prevenir a ocorrência de incêndio e caso este aconteça, descrever medidas que buscam a evacuação rápida e segura dos ocupantes da edificação. Logicamente é a maneia mais inteligente e coerente de tratar do assunto. Na sequência, serão listadas e analisadas brevemente as diversas opções de Medidas Preventivas de Combate a Incêndio. Isolamento do Risco: Compartimentação vertical e horizontal: Onde verifica-se o afastamento seguro para prevenir propagação de incêndio entre edificações e sua Segurança Estrutural para prevenção de seu colapso em caso de incêndio. Os recursos de compartimentação servem para impedir a propagação do incêndio no pavimento de origem para outros ambientes no plano horizontal (compartimentação horizontal) ou para impedir a propagação de incêndio no sentido vertical (compartimentação vertical). Fonte: IT-07 &#8211; Separação entre edificações  &#8211;  CBMESP Resistência ao fogo da estrutura das edificações: A resistência ao fogo da estrutura das edificações prevê uma avaliação do tempo mínimo de resistência da estrutura da edificação para permitir a saída segura de seus ocupantes. Revestimentos utilizados Revestimentos utilizados prevê uma avaliação da inflamabilidade dos materiais empregados. 2. Definição da Classe de ocupação da Edificação e Classe de Risco; Cálculo da população e Dimensionamento de Saídas de Emergência: Informações obtidas a partir da legislação aplicável. A principal Norma é a NBR-9077/2001. A Norma traz diversas tabelas de aplicação imediata: Tabela 1: Classificação das edificações quanto à sua ocupação. Tabela 2: Classificação das edificações quanto à sua altura Tabela 3: Classificação das edificações quanto à sua dimensão em planta Tabela 4: Classificação das edificações quanto à suas características construtivas Tabela 5: Dados para dimensionamento das saídas Dessa forma, conforme a natureza da edificação, sua natureza e a graduação dos riscos apresentados, procede-se a elaboração do PPCI que atenda às necessidades da edificação. 3. Especificação do material de revestimento O Controle de materiais de revestimento e acabamento visa estabelecer parâmetros para avaliação dos diversos tipos de revestimentos aplicados nas construções e relacioná-los conforme seu comportamento como fontes geradoras de incêndio e fumaça. As Normas pertinentes aplicáveis são: NBR-8660: Revestimento de piso – Determinação da densidade crítica de fluxo de energia térmica – Método de ensaio. NBR-9442: Materiais de construção – Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante – Método de Ensaio. 4. Saídas de emergência As saídas de emergência também fazem parte de um SPCI e devem estar definidas em projeto. Trata-se da rota segura de escape dos ocupantes de uma edificação até a via pública, em caso de incêndio. A NBR-9077/2001, trata do assunto e ela define e fornece os parâmetros para delimitação das rotas de fuga. Deve estar definido em projeto a quantidade e as larguras das rotas de fuga, distâncias máximas a serem percorridas em caso de incêndio, definição do tipo de escadas requeridas para a edificação, etc. 5. SPDA – Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas Para prevenir contra as consequências de descargas atmosféricas que podem, dentre outras coisas, provocar incêndios. A NBR-5.419/2005, define as regras e condições em que é necessário a construção de um SPDA.   6. Brigada de Incêndio Normalmente em grandes corporações e empresas, com o propósito de garantir um combate aos princípios de incêndio que possam ocorrer, é criada uma brigada voluntária de combate a incêndio, composta por alguns funcionários treinados e capacitados em combate ao fogo, em noções de primeiros socorros e técnicas de evacuação para atendimento à população local em caso de incêndio e para prevenir o alastramento do fogo e evitar pânico. Esse grupamento pode ser terceirizado já que existem empresas que fornecem funcionários capacitados para atuar como brigadistas civis. A Norma que define as regras para formação e capacitação da brigada de incêndio é a NBR-14.276/2006 7. Separação entre edifícios Fonte: IT-07 &#8211; Separação entre edificaçõesCorpo de Bombeiros do Estado de São Paulo Trata-se de uma medida preventiva que leva em consideração a possibilidade de isolamento do risco provocado por um edifício em chamas de propagar o incêndio por convecção de calor, propagação de</p>
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